
O exame citológico consiste na análise microscópica de células coletadas de tecidos ou fluidos do corpo, geralmente via punção aspirativa por agulha fina (PAAF), punção por agulha fina (PAF), imprint, raspado, swab, escovinha, com o objetivo de identificar alterações que possam indicar inflamações, infecções, lesões pré neoplásicas e neoplasias. É utilizado especialmente na prevenção e no diagnóstico precoce de doenças. Consiste em observar células isoladas ao microscópio; diferente da histologia, que analisa fragmentos inteiros de tecido; permitindo detectar alterações de forma rápida e menos invasiva.
O exame de histopatologia é uma análise microscópica de um segmento de tecido retirado do animal, geralmente por biópsia incisional ou excisional, para identificar inflamações, infecções, lesões pré neoplásicas e neoplasias. É considerado o método mais preciso para confirmação diagnóstica, pois permite observar as células em detalhe, juntamente com a arquitetura tecidual.
Amostra única: refere-se à coleta de apenas uma amostra.
Amostra adicional: refere-se à coleta de amostra adicional de um mesmo paciente.
Bulbo ocular: refere-se a análise do bulbo ocular.
Peça cirúrgica: refere-se órgãos inteiros. Ex.: olho, baço, útero, ovário, testículo, membro, pavilhão auricular, conduto auditivo, dígito, …
Cadeia mamária até 3 papilas: análise das glândulas mamárias abdominais cranial (M3) e caudal (M4) e inguinal (M5), além do linfonodo inguinal superficial.
Cadeia mamária mais de 3 papilas: análise das glândulas mamárias torácicas cranial (M1) e caudal (M2), abdominais cranial (M3) e caudal (M4) e inguinal (M5), além dos linfonodos axilar (caso enviado juntamente com a amostra) e inguinal superficial.
Cadeia mamária bilateral: análise das glândulas mamárias torácicas cranial (M1) e caudal (M2), abdominais cranial (M3) e caudal (M4) e inguinal (M5) bilateral, além dos linfonodos axilar (caso enviado juntamente com a amostra) e inguinal superficial bilateral
Cadeia mamária bloco caudal: análise das glândulas mamárias abdominal caudal (M4) e inguinal (M5) bilateral, além dos linfonodos inguinais superficiais bilaterais.
Animais de produção: órgãos referentes a um mesmo animal. Órgãos duplos serão contabilizados como 2 órgãos. Encéfalo será contabilizado como 6 órgãos.
O exame de histoquímica (colorações especiais) é utilizado em anatomia patológica para complementar a análise de tecidos além da coloração de rotina (hematoxilina e eosina). Ele serve para identificação de componentes específicos como, por exemplo, agentes infecciosos (bactérias, fungos, algas), componentes de células tumorais (ex: grânulos de mastócitos, diferencial entre tecido conjuntivo e muscular), identificação de substância amiloide, dentre outras.
Entre em contato para verificação de disponibilidade.
O exame de imuno-histoquímica (IHQ) é uma técnica laboratorial que identifica proteínas específicas em células usando anticorpos, permitindo diagnósticos mais precisos, especialmente em casos de neoplasias e doenças infecciosas. Ele complementa o exame histopatológico tradicional e ajuda a definir o tipo, a origem e o comportamento de tumores, sendo fundamental para o diagnóstico, prognóstico e escolha do tratamento.
Formas de coleta do material: bloco de parafina com fragmento do tecido.
Conservação: temperatura ambiente.
Anticorpo único: Leishmania sp., Citoqueratina, Vimentina, S100, GFAP, Alfa Actina de Músculo Liso, Desmina, dentre outros.
Prognóstico mastocitoma: Anticorpos C-KIT e Ki-67.
Prognóstico neoplasia melanocítica: Anticorpos Melan-A, Ki-67 e COX-2.
Prognóstico neoplasia mamária: Anticorpos RE (receptor de estrógeno), RP (receptor de progesterona), Ki-67 e COX-2.
Prognóstico carcinoma: Anticorpos Citoqueratina, E-Cadeira, Ki-67 e COX-2.
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O exame de necropsia, também conhecido como autópsia, é um procedimento realizado após a morte do animal com o objetivo de identificar a causa, forma e circunstâncias do óbito, além de avaliar outras lesões presentes no organismo. A necropsia deve ser realizada, preferencialmente, imediatamente após a morte do animal. Caso não seja possível, o corpo deve ser mantido sob refrigeração (2–8 °C), pois os processos de autólise se instalam rapidamente e podem comprometer a qualidade do diagnóstico.
Convencional: Abertura de todas as cavidades corpóreas e vísceras para determinação da causa da morte. Esse procedimento resulta na desconfiguração da anatomia do animal, impossibilitando sua devolução aos tutores; no entanto, é indicado na maioria dos casos.
Fotodocumentada: Abertura de todas as cavidades corpóreas e vísceras para determinação da causa da morte, acompanhada do registro e documentação fotográfica do animal e dos órgãos internos relevantes para a conclusão diagnóstica. Esse procedimento resulta na desconfiguração da anatomia do animal, impossibilitando sua devolução aos tutores; no entanto, é indicado na maioria dos casos.
Reconstitutiva (estética): Acesso limitado às cavidades corpóreas e órgãos. Após a realização do procedimento, o animal é devidamente suturado, preservando parcialmente a anatomia e permitindo a devolução aos tutores. Contudo, pode dificultar ou inviabilizar o diagnóstico definitivo. Não deve ser realizada nos seguintes casos: A) suspeita de alterações neurológicas da medula espinhal e osteomusculares; B) ocorrência de morte súbita; C) animais sem histórico clínico detalhado; D) suspeita de intoxicação ou envenenamento; E) Animais como aves, peixes, serpentes, entre outros.
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Anatomia patológica é a especialidade médica veterinária que estuda as doenças através de técnicas macroscópicas e microscópicas; investigando as causas, desenvolvimento e consequências das doenças, permitindo diagnósticos precisos e fundamentais para definir tratamentos, bem como diagnosticar a causa mortis.
O exame citológico consiste na análise microscópica de células coletadas de tecidos ou fluidos do corpo, geralmente via punção aspirativa por agulha fina (PAAF), punção por agulha fina (PAF), imprint, raspado e swab, com o objetivo de identificar alterações que possam indicar inflamações, infecções, lesões pré-neoplásicas e neoplasias. É utilizado especialmente na prevenção e no diagnóstico precoce de doenças. Consiste em observar células isoladas ao microscópio, diferindo da histologia, que analisa fragmentos inteiros de tecido, permitindo detectar alterações de forma rápida e menos invasiva.
O exame de histopatologia é uma análise microscópica de um segmento de tecido retirado do animal, geralmente por biópsia incisional ou excisional, para identificar inflamações, infecções, lesões pré neoplásicas e neoplasias. Ele é considerado o método mais preciso para confirmar diagnósticos, pois permite observar as células em detalhe, juntamente com a arquitetura tecidual.
O exame de imuno-histoquímica (IHQ) é uma técnica laboratorial que identifica proteínas específicas em células usando anticorpos, permitindo diagnósticos mais precisos, especialmente em casos de neoplasias e doenças infecciosas. Ele complementa o exame histopatológico tradicional e ajuda a definir o tipo, a origem e o comportamento de tumores, sendo fundamental para o diagnóstico, prognóstico e escolha do tratamento.
O exame de necropsia, também conhecido como autópsia, é um procedimento realizado após a morte do animal com o objetivo de identificar a causa, forma e circunstâncias do óbito, além de avaliar outras lesões presentes no organismo. A necropsia deve ser realizada, preferencialmente, imediatamente após a morte do animal. Caso não seja possível, o corpo deve ser mantido sob refrigeração (2–8 °C), pois os processos de autólise se instalam rapidamente e podem comprometer a qualidade do diagnóstico.
O exame de histoquímica (colorações especiais) é utilizado em anatomia patológica para complementar a análise de tecidos além da coloração de rotina (hematoxilina e eosina). Ele serve para identificação de componentes específicos como, por exemplo, agentes infecciosos (bactérias, fungos, algas), componentes de células tumorais (ex: grânulos de mastócitos, diferencial entre tecido conjuntivo e muscular), identificação de substância amiloide, dentre outras.